Alucinações tátil-visuais boas são realmente boas, mas quando resolvem ser ruins é melhor sair de baixo.
Não impressiona que a ignorância dos povos antigos transformava uma mera disfunção temporária da mente em visões de demônios, bruxas, anjos, etc. Imagina o tanto de pessoas que foram jogadas na fogueira só porque um padre alucinou durante uma paralisia do sono - que, por si só, era considerada trabalho de feitiçaria - que a senhora viúva da casa afastada do vilarejo estava no seu quarto olhe observando enquanto este não conseguia se mexer.
Ou, um grupo de crianças andando na floresta e resolvem comer um cogumelo bonitinho, alucinam com alguém do vilarejo e essa pessoa é morta por ter enfeitiçado as crianças.
Enfim, tive uma alucinação bem ruim, mas eu sabia o que estava acontecendo de certa forma.
Ceticismo tem suas vantagens.
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Continuando a questão das pessoas tóxicas.
Basicamente estou me afastando delas.
Não tem muito o que discutir sobre, apenas se afastem de pessoas assim.
E, vale a dica, se as pessoas estão se afastando de você, talvez você seja a pessoa tóxica.
E o que é uma pessoa tóxica?
Qualquer pessoa cujas atitudes te causam mal sistematicamente, mesmo que seja sem querer. Existem alguns tipos, digo, algumas pessoas que são tóxicas em situações ou ambientes específicos (no trabalho, entre amigos, no trânsito, etc), o importante é você manter distância, independente do tipo.
Nos próximos capítulos: A cultura da mentira, expectativas deturpadas, a busca por aceitação e meu ódio pelo calor.
Não nessa ordem, não exatamente em sequência.
Basicamente estou me afastando delas.
Não tem muito o que discutir sobre, apenas se afastem de pessoas assim.
E, vale a dica, se as pessoas estão se afastando de você, talvez você seja a pessoa tóxica.
E o que é uma pessoa tóxica?
Qualquer pessoa cujas atitudes te causam mal sistematicamente, mesmo que seja sem querer. Existem alguns tipos, digo, algumas pessoas que são tóxicas em situações ou ambientes específicos (no trabalho, entre amigos, no trânsito, etc), o importante é você manter distância, independente do tipo.
Nos próximos capítulos: A cultura da mentira, expectativas deturpadas, a busca por aceitação e meu ódio pelo calor.
Não nessa ordem, não exatamente em sequência.
sábado, 14 de setembro de 2019
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
sábado, 7 de setembro de 2019
Parece que vai ter um filme brasileiro do Jaspion ano que vem.
O Jaspion foi o metal hero japonês que eu mais gostava, apesar de também gostar muito do Jiban (tive bonecos de ambos, do Jiban foi mais de um).
Jaspion me lembra muito o Orkut, haja visto que eu tinha um perfil chamado Jaspion o Matador de Emos (usava a sigla JVMTE - Jaspion vai matar todos os emos hahahaha). Juntava eu e o Dedo do Lula da Silva (era um brother meu) e ficávamos nas comunidades de emo aloprando geral, puta falta do que fazer. Aliás, talvez um dia eu faça uma postagem sobre meus fakes do Orkut, se não me engano foram 6 no total, cada um com um propósito (alguns até nobres).
Eu lembro de uma piada recorrente, chamávamos os caras que saíam com meninas muito feias de Jaspion, porque tava sempre se atracando com monstro (hoje em dia eu respeito o gosto alheio e não faço mais esse tipo de comentário), era uma versão nerd de apelidar alguém de São Jorge.
(Fui pesquisar pra saber se o Black Kamen Rider era considerado um metal hero - não é - e descobri que ele foi exibido originalmente a partir de 04 de outubro de 1987, exatamente quando completei um ano de existência nesse planeta decadente)
Pra não passar em branco, um clássico:
https://www.youtube.com/watch?v=udaFtXNrryc
O Jaspion foi o metal hero japonês que eu mais gostava, apesar de também gostar muito do Jiban (tive bonecos de ambos, do Jiban foi mais de um).
Jaspion me lembra muito o Orkut, haja visto que eu tinha um perfil chamado Jaspion o Matador de Emos (usava a sigla JVMTE - Jaspion vai matar todos os emos hahahaha). Juntava eu e o Dedo do Lula da Silva (era um brother meu) e ficávamos nas comunidades de emo aloprando geral, puta falta do que fazer. Aliás, talvez um dia eu faça uma postagem sobre meus fakes do Orkut, se não me engano foram 6 no total, cada um com um propósito (alguns até nobres).
Eu lembro de uma piada recorrente, chamávamos os caras que saíam com meninas muito feias de Jaspion, porque tava sempre se atracando com monstro (hoje em dia eu respeito o gosto alheio e não faço mais esse tipo de comentário), era uma versão nerd de apelidar alguém de São Jorge.
(Fui pesquisar pra saber se o Black Kamen Rider era considerado um metal hero - não é - e descobri que ele foi exibido originalmente a partir de 04 de outubro de 1987, exatamente quando completei um ano de existência nesse planeta decadente)
Pra não passar em branco, um clássico:
https://www.youtube.com/watch?v=udaFtXNrryc
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Eu estou aqui achando graça de uma foto que achei.
Em fucking 2005 eu fui num show do Biquini Cavadão. Como, na época, éramos todos uns fodidos de grana, nos restava comprar corotinho de pinga e Country Limão. Só que não podia entrar com garrafas no show.
Resumindo: Tive que comprar cerveja. E todos que me conhecem sabem que odeio cerveja.
Na ocasião, tiramos duas fotos.
Uma delas está bizarra, eu com 67kg, amedrontador, jamais será postada.
A outra é eu com uma cerveja na mão, uma Itaipava.
Eu, com cerveja, na mão.
Levantando ela pro alto.
Eu nem gosto dessa merda.
Curiosidade: Estávamos em 4 pessoas, três de laranja, inclusive eu, e o outro com uma camisa preta escrita PUM!
Em fucking 2005 eu fui num show do Biquini Cavadão. Como, na época, éramos todos uns fodidos de grana, nos restava comprar corotinho de pinga e Country Limão. Só que não podia entrar com garrafas no show.
Resumindo: Tive que comprar cerveja. E todos que me conhecem sabem que odeio cerveja.
Na ocasião, tiramos duas fotos.
Uma delas está bizarra, eu com 67kg, amedrontador, jamais será postada.
A outra é eu com uma cerveja na mão, uma Itaipava.
Eu, com cerveja, na mão.
Levantando ela pro alto.
Eu nem gosto dessa merda.
Curiosidade: Estávamos em 4 pessoas, três de laranja, inclusive eu, e o outro com uma camisa preta escrita PUM!
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
in the dark
Estava lendo uma matéria sobre 20 álbuns de punk que completam 20 anos agora em 2019 e, em certa parte do texto, ele faz um paralelo entre o grunge e o esse "novo punk" que surgiu do meio pro final da década de 90.
O grunge é um som mais denso, mais pesado, com letras mais profundas sobre dor, tristeza, vícios, corações partidos e todas essas coisas que fazem parte da vida de uma pessoa normal. Já esse punk (não era como o punk do final da década de 70, mas tinham, também, suas semelhanças) era algo mais jovem, rápido, um pouco bagunçado, com letras que falavam sobre a juventude e todos os sentimentos atrelados a essa época da vida, de certa forma era um som mais alegre.
Eles são, digamos, dois lados da mesma moeda.
Pra um jovem rapaz de 15 anos, mais perdido que roqueiro no show do Molejão, fazia pleno sentido ouvir Pearl Jam e blink-182, Alice in Chains e The Offspring, enfim, tudo se conectava.
As camisas de flanela do grunge e o skate do punk, duas coisas que nunca tive, engraçado isso.
Como curiosidade, o que apresentou esse novo punk pra mim e pra tantos outros adolescentes da época foi o filme American Pie (e seus semelhantes), até hoje eu gosto e de vez em quando assisto, apesar de que, ultimamente, está fazendo eu me sentir velho.
Finalizando, Black não é a melhor música do Pearl Jam e I Miss You não é a melhor do blink-182.
O grunge é um som mais denso, mais pesado, com letras mais profundas sobre dor, tristeza, vícios, corações partidos e todas essas coisas que fazem parte da vida de uma pessoa normal. Já esse punk (não era como o punk do final da década de 70, mas tinham, também, suas semelhanças) era algo mais jovem, rápido, um pouco bagunçado, com letras que falavam sobre a juventude e todos os sentimentos atrelados a essa época da vida, de certa forma era um som mais alegre.
Eles são, digamos, dois lados da mesma moeda.
Pra um jovem rapaz de 15 anos, mais perdido que roqueiro no show do Molejão, fazia pleno sentido ouvir Pearl Jam e blink-182, Alice in Chains e The Offspring, enfim, tudo se conectava.
As camisas de flanela do grunge e o skate do punk, duas coisas que nunca tive, engraçado isso.
Como curiosidade, o que apresentou esse novo punk pra mim e pra tantos outros adolescentes da época foi o filme American Pie (e seus semelhantes), até hoje eu gosto e de vez em quando assisto, apesar de que, ultimamente, está fazendo eu me sentir velho.
Finalizando, Black não é a melhor música do Pearl Jam e I Miss You não é a melhor do blink-182.
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