terça-feira, 28 de agosto de 2018

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Era muito legal fazer desenhos em ASCII no Tibia.

sábado, 9 de junho de 2018

NÃO VOU REVISAR A ORTOGRAFIA

"The selfish, they are all standing in line"

Estou ouvindo um mix automático no Youtube, que parece se basear nas músicas que eu costumo ouvir. A quarta música foi I Am Mine, do Pearl Jam, e eu lembrei de uma coisa bem legal (pra mim).

Quando eu era mais novo e ainda não existia Shazam e outras ferramentas pra se descobrir o nome de uma música (e eu ainda não manjava de inglês), era costume meu passar horas sozinho em casa ouvindo a 89FM (A Rádio Rock) e sempre que tocava essa música ou o locutor não falava o nome ou eu tinha que sair antes dele falar.

Por ANOS eu não consegui descobrir o nome, só sabia que era do Pearl Jam.

O tempo passou e a vida me levou ao hardcore alternativo, então eu parei de ouvir rádio e bandas conhecidas e ficava procurando música no MySpace e blogs de hardcore.

Mas o destino não deixou barato, certo dia estava eu dando risada da versão "Misheard/Legendagem" de Black, quando olho nos recomendados e tinha lá "I Am Mine". Cliquei e os próximos segundos foram uma mistura de surpresa, incredulidade e alegria: Lá estava a música que eu nunca tinha descoberto o nome até então.

Quando fui ler a letra dela, passei a gostar ainda mais. Não tenho como colar aqui uma parte específica pra dizer que é a que mais gosto, porque estaria sendo injusto com o resto.

Pra mim, I Am Mine, é muito, MUITO, MUUUIIIIITTTTOOOO, melhor que Black (a zorba de oncinha). Na verdade, Jeremy, Once, Alive, Just Breathe, Yellow Ledbetter, Last Kiss, são todas melhores que Black.

Finalizando, queria entender o motivo da playlist ter mais de uma música do Epica. Que eu saiba, as únicas músicas deles que ouvi mais de uma vez foram White Waters e The Essence of Silence. Aliás, a Simone Simons me lembra bizarramente uma pessoa.

EID

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Essa rádio tá de brincation comigo hoje.

Eu poderia ter postado isso no Twitter, mas eu acho que qualquer postagem no Twitter vai direto pro Facebook (pelo menos eu havia configurado pra ser assim há algum tempo atrás).

Vamos ver se hoje eu lembro de postar algo mais elaborado sobre isso "lá".

domingo, 3 de junho de 2018

the nite

Eu não me sinto mais a vontade pra escrever neste blog e já faz um tempo. Eu sei que tenho pouca visitação, além do fato de que é meio complicado pra se entender o que eu escrevo, mas, ainda assim, não estou mais confortável pra falar sobre certos assuntos.

Se for pra fazer um post sobre política, música, algum acontecimento recente e tal, daí eu acho tranquilo e até prefiro escrever aqui. Mas outros tópicos não rola, fico com algum receio ou sei lá o quê.

Por outro lado também não estou com saco pra criar outro blog. Sim, sei que já tenho outros, mas foram deliberadamente desativados por bons motivos e não pretendo revivê-los.

Escrever no caderno - sim, naquele caderno - até seria uma boa idéia, especialmente pra voltar a praticar a escrever no papel, algo que fui perdendo a habilidade com o tempo (acho que é bem comum isso hoje em dia).

Mas... Não sei. Ao mesmo tempo que quero escrever, também não quero, pois tem uma questão de privacidade que vem me preocupando um pouco nos últimos tempos. Pretendo escrever neste blog sobre isso posteriormente.

No fim das contas, o único lugar que posso ter mais certeza da segurança dos meus pensamentos é dentro da minha cabeça.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

contract

Eu ia conjecturar sobre um assunto aqui, porque um conjunto de coincidências nos últimos dias (que pode ser apenas um viés de confirmação) que incluem postagens do Facebook e vídeos do Youtube me fizeram refletir sobre algo.

Porém, notei que já são 02:53h e amanhã (hoje) tenho realmente muita coisa pra fazer.

Não posso reclamar, eu que escolhi isso.
Mas eu queria jogar Shadow of Mordor, ah se queria...

domingo, 27 de maio de 2018

xy

Acho bastante intrigante como funciona a nossa mente, mais especificamente a parte de aprendizado.

Quando você procura por conteúdos acadêmicos sobre um determinado assunto - afinal, o conhecimento é livre - como matemática ou filosofia, você se depara com dois universos bem diferentes um do outro.

Do lado da matemática, há centenas de fórmulas e conceitos que você tem que saber, cálculo, geometria, manipulação algébrica, etc. Do lado da filosofia, centenas de autores reconhecidos com pensamentos muitas vezes divergentes sobre um determinado assunto, mas todos fazendo sua contribuição para o conhecimento geral da área.

Pra se aprender tanto um assunto quanto o outro são necessários horas e mais horas de estudo, noites em claro, reflexões...

Pra mim a matemática é mais complexa de se compreender que a filosofia, mas isso não faz com que um doutor em matemática seja mais inteligente que um doutor em filosofia. Há, também, que se considerar que eu nunca tentei uma graduação em filosofia ou sequer fui atrás de conhecer mais profundamente, exceto por alguns vídeos dos professores da moda (Condé, Karnal).

No outro ponto, há quem veja a matemática como algo bem simples de se entender, mas não consiga assimilar nada de filosofia.

Se já não há mais tanta convicção naquela história de que cada lado do cérebro é responsável por um "setor" do conhecimento (criativo/racional) e que ter um lado mais ativo que o outro é o que te faria ter facilidade em X e dificuldade em Y, fico sempre com essa dúvida do motivo das pessoas não terem desempenho parecido em áreas do conhecimento distintas, excetuando-se o interesse pessoal.

Mais uma vez, isso acabou sendo uma reflexão filosófica, coisa que me faz questionar, como sempre, os meus caminhos na vida.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

all ways

Cuidado com o que deseja, pois você pode conseguir o que pediu.

Em uma brincadeira com um colega de trabalho eu falei "Queria ir embora agora e só voltar na metade do ano que vem". Em seguida eu pensei em que situações isso poderia ocorrer, uma delas era ficando doente e ter que ficar em um hospital ou em casa por todo esse tempo. Não pareceu valer a pena, então respondi (a mim mesmo) "Mentira, prefiro ficar trabalhando mesmo e com saúde".

O que me fez refletir sobre isso foi um incidente que ocorreu com uma pessoa que conheci em um fórum de internet: Certa vez ele contou que desejava conseguir 150 mil reais para reformar a casa dele, um tempo depois, enquanto viajava, ocorreu um incêndio que destruiu uma boa parte da casa e, como ele tinha seguro, recebeu pouco mais de 150 mil. Vejam, ele conseguiu o dinheiro, mas e aí? Valeu a perda?

E não, não acredito que o incêndio aconteceu porque ele tinha desejo do dinheiro pra reforma, foi apenas uma coincidência, mas se ele não tivesse tal desejo o incêndio teria sido apenas uma má sorte qualquer, mas pra ele pareceu que foi uma "consequência".

Enfim, mesmo que eu saiba que isso não influencia em porra nenhuma o futuro, eu prefiro ter cuidado com o que eu desejo.

domingo, 29 de abril de 2018

sexta-feira, 27 de abril de 2018

rua 10

"Você é sincero demais"

Puxando na memória, nos últimos meses eu devo ter ouvido isso de pelo menos umas 6 pessoas diferentes.

"Ué, mas isso não é bom?"

Depende.

Enquanto a honestidade ainda é vista como uma qualidade louvável (não sei por quanto tempo), a sinceridade é vista de maneira dúbia, ou seja, pode ser muito boa, boa, ruim ou muito ruim.

"Nada a ver, tiozão, todo mundo espera sinceridade dos outros"

Será mesmo?

O que percebi da maioria dessas pessoas e de outras ao longo da vida é que muitas se ofendem com a sinceridade alheia.

Recapitulando fases da minha vida, me lembro de uma época em que eu não era tão "assim". Talvez uma necessidade de aceitação me fizesse vestir uma máscara que não me pertencia. Porém, jovem, o tempo é implacável e ele muda as pessoas. Foram muitas coisas que mudaram em mim e me fizeram chegar neste ponto, mas acho que as principais foram parar de querer me encaixar em grupos (coisa que nunca consegui) e deixar de tentar agradar os outros (geral, claro que tem RARAS exceções).

O balanço geral de tudo isso é: Algumas pessoas se aproximam de mim por pensarem que essa é uma característica boa, o que alguns chamam de autenticidade; Tem os que se afastam por não suportarem a idéia de ter que lidar com alguém que não faz a mínima questão de agradá-los; Por fim tem os são tão desconectados de certos padrões sociais que não fazem distinção de alguém assim (esses são raríssimos).

Sabe, quando você é sincero com alguém sobre algum assunto, você potencialmente pode criar um problema, como deixar a pessoa magoada. Só que se você não é sincero, você estará criando DOIS problemas, mas a parte boa é que você não tem que lidar com eles de imediato como no primeiro caso.

Pode ser questão de escolha de cada um ser assim? Pode. Mas eu não sei e não me sinto bem agindo de outra forma.

Ah, também costumam confundir ser sincero com ser grosso, adjetivo que também ouvi algumas diversas vezes nos últimos meses.

Sei lá, não consigo ver grosseria no que falo. A forma com que as palavras de alguém te afetam depende de você e não dela.

Acho que me enrolei um pouco. É o sono.

"For my mistakes, I am to blame"

quarta-feira, 25 de abril de 2018

melhor não

Esta não é a postagem sobre "ídolos" que pretendo fazer, mas gostaria de registrar uma coisa diante de determinadas situações.

Ter ídolos tem suas vantagens, como te dar um certo incentivo pra melhorar como pessoa, seja fisicamente (caso seu ídolo seja um esportista), mentalmente (caso seja um cientista, filósofo ou afins) ou profissionalmente (caso seja alguém bem sucedido do seu campo de trabalho), mas há a desvantagem de, caso seu ídolo te decepcione de alguma forma, fazer você perder motivação ou criar certo desgosto por alguma área que antes você curtia.

Lembrei disso por ter visto uma notícia de que um grande nome do mundo do entretenimento foi acusado de assédio sexual. Lembrando que acusação não implica culpa.

Esse cara é venerado pela cultura pop mundial, muito mais do o maluco da série House of Cards era antes dos escândalos virem a tona.

Eu prefiro acreditar que sejam acusações infundadas, não por ele ser meu ídolo, longe disso, mas porque eu sei que o mundo está cheio de pessoas aproveitadoras que tentam ferrar os outros pra conseguirem algo.

Todavia, se as acusações forem verídicas, espero realmente que a mídia e os fãs não tentem "passar um pano".

Always believe.

domingo, 22 de abril de 2018

cogumelocabeça

O quanto você está disposto a abrir mão para conseguir algo que almeja?

Vida social, saúde mental, estabilidade emocional?

E se você fosse algo que alguém tivesse que abrir mão por algum motivo?

Isso que você almeja é a mesma coisa que vai te fazer feliz ou apenas algo pra você mostrar pras pessoas o quão bem sucedido é?

Como você se sentiria se você fosse o motivo da felicidade de alguém, mas ela escolheu abrir mão de você só pra ter sucesso em outra coisa?

Penso que não se colocar no lugar do outro é um dos grandes problemas da humanidade. Imaginem quanta coisa ruim poderia ser evitada... Quantas guerras não deixariam de acontecer, seja guerra militar ou "guerra" dentro de uma família.

"In a sky full o people, only some want to fly, isn't that crazy?"

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Tem uma paradas que você só dá valor quando não pode mais fazer.

Essa sensação estranha parece ser uma constante na minha vida.

terça-feira, 17 de abril de 2018

o bonde segue sua nau


Dias atrás (pensava em você - espero que entendam a referência musical hahaha) eu acho que estava passando o filme O Náufrago e eu ouvi (eu não estava perto da TV) aquela parte que elevai até a casa dele e reencontra a (ex)esposa. Não ouvi a parte toda, mas lembrei do que acontecia, basicamente havia um questionamento sobre ela ter se casado novamente e ela argumentando de que "ele estava morto".

Caralho, deve ser uma puta situação de merda.

Imagina, você ficar anos longe, sem contato e sonhando no dia que poderá voltar pra sua casa e família, quando você finalmente consegue, já não bastasse todo o sofrimento anterior, ainda descobre que "aquela casa não é mais sua" e que você agora está solteiro, digamos. Do outro lado tem a sua família que sofreu na sua busca, na "constatação" da sua morte e na sua ausência, que acabou por fazer o que as pessoas fazem, seguir em frente.

Como se lida com isso, de ambos os lados?

Acho que nenhuma resposta é certa.

Mas, no fim, "o certo é o certo, na guerra ou na paz."

terça-feira, 3 de abril de 2018

wymmd

O ser humano tem uma estranha tendência de tentar transformar vilões em heróis e, por consequência, te fazer se sentir mal por não compactuar com essa idéia.

Porém, tanto a história (passado) quanto o tempo (futuro) trazem e levam a verdade consigo para aqueles que queiram ver.

A verdade não se curvará ou se moldará a nossa vontade. (Essa frase fica mais legal em inglês "The truth will not bend neither be shaped by our will").

domingo, 25 de março de 2018

cyrmm?

As pessoas não prestam muita atenção nos detalhes, ao que parece.

Eu tenho uma lista de assuntos pra escrever aqui, alguns estão na fila há um ano.

No fim, esta vai acabar sendo a minha última postagem, ou uma das últimas.

O fato é que a vida é uma grande repetição. Quando você percebe isso, tudo se torna meio agoniante, claustrofóbico, como se estivéssemos presos a um ciclo.

Acho melhor não ficar pensando muito sobre isso.

Before you jump... Tell me what you find