domingo, 14 de janeiro de 2018

ga ga

"Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou..."

 Eu gosto muito da praticidade que o Spotify trouxe, mas eu ainda gosto de ouvir rádio.

Lembro de quando eu tinha uns 16~17 anos, eu trabalhava no escritório do meu tio, ficava a tarde toda sozinho lá ouvindo música e fazendo os serviços. Como ele vendia CD's, eu ouvia muita coisa que era novidade e que as vezes nem na rádio tinha chego ainda (como o CD do Away from the Sun, do 3 Doors Down, Fallen, do Evanescence, Hybrid Theory, do Linkin Park entre outros).

Mas eu achava aquilo tudo muito frio, era só uma música atrás da outra e anda mais, eu ficava muito tempo sozinho ali (pra um adolescente 4 horas é muito tempo), então eu ligava na rádio porque ali ao menos tinha o locutor que fazia tudo parecer mais pessoal. As rádios que eu mais ouvia era a 88,7fm (Cidade Livre, na época era afiliada da Jovem Pan) e a 89fm (Rádio Rock, quando pegava).

Inclusive a Cidade Livre é a rádio que eu ouço hoje em dia no trabalho, sempre que ouço o locutor Fejão eu lembro de bons tempos em que eles vinham aqui na cidade fazer aquelas promoções que ficavam colando adesivos nos carros e tocando música com carro de som.

 Tinha um caboclo que retransmitia a Metropolitana de São Paulo aqui, era uma ótima rádio também, mas só pegava quando eu estava mais perto do centro da cidade.

Tem músicas daquela época, que eu nem gostava tanto na verdade, que hoje me trazem boas lembranças.

Enfim, ouçam rádio, pessoas.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

(sweet) dreams are made of this

Sonhos são coisas estranhas, não dá pra afirmar se são manifestações subconscientes de vontades reprimidas, se são ajuntados de estímulos que tivemos durante o dia ou se são aleatoriedades desconexas.

A única coisa que se sabe é que sonhos não são premonições.

Ainda bem, até, porque eu tenho cada sonho bizarro que, se fosse uma visão do futuro, eu (e parte da humanidade) estaria ferrado.

Até hoje lembro de um sonho que tive há alguns anos:
Um gorila GIGANTESCO atacava a cidade. Mas por GIGANTESCO eu estou falando algo descomunal mesmo, BEEEEEEM maior que King Kong, Aliás, o King Kong ficaria na mão desse gorila igual quando você segura um Army Men.

E não bastasse ser grande, o bicho ainda soltava bolas de fogo pela boca.

O cenário era apocalíptico, tudo meio escuro, só iluminado pelas imensas colunas de fogo que ele mesmo causou.

E o maldito tinha um tipo de visão de RX, porque ele me via escondido atrás das paredes e ficava jogando bolas de fogo e se aproximando lentamente.

Era desesperador, ver uma criatura daquela magnitude vindo na minha direção e sem poder fazer nada. Deve ser assim que as formigas se sentiriam caso tivessem poder de raciocínio.

Engraçado em como ainda lembro disso depois de tantos anos.

Tem vários sonhos que ficaram marcados e que ainda lembro. Teve um com uma bruxa e uma aranha gigante (e eu nem jogava Tibia na época), um com um Monza automático, um com uma névoa estilo Silent Hill...

Aliás, eu sonhei com algo essa noite e não consigo lembrar o que foi.

domingo, 7 de janeiro de 2018

let's talk about it

Parece ser estranho pra algumas pessoas o fato de eu postar tão pouco no Facebook. Virou normal a superexposição da vida pessoal nas redes sociais.

Em 2006 (se não me engano) eu criei um Flickr pra postar algumas fotos que eu tirava. Nunca postei nenhuma foto minha lá, só de coisas que eu fotografava.

Em 2016 eu entrei no famigerado Project365 pra postar uma foto por dia, durante um ano, e acho que só apareço mesmo em umas 3.

Até mesmo no Orkut, rede social que mais usei até hoje, eu postava pouco sobre mim.

Sempre tive esse pé atrás com a internet. Na verdade não com a internet em si e sim com as pessoas que a utilizam.

Então quando eu queria postar algo mais pessoal, eu sempre busquei alternativas. Hora eram os flogs, hora alguma comunidade do Orkut, mas com certeza onde mais postei coisas pessoais foram meus blogs.

Este texto mesmo, eu poderia ter escrito no Facebook, mas preferi escrever aqui, pois só vai ler quem tem o mínimo de interesse de saber algo sobre mim. Ainda que este blog, ao contrário de um outro que tenho, tem algumas pessoas que acessam, especialmente quando eu posto o link no Facebook.

Mas peraí, já que vou postar o link no Facebook, porque não escrever direto lá?

Porque mesmo postando o link, de 100 pessoas que veem o link na timeline, 5 vão clicar pra ler.

Então, em resumo, uso o Facebook pra postar futilidades em geral, este blog pra postar opiniões gerais sobre assuntos diversos, meu outro blog pra postar coisas que não quero que 99,999% das pessoas leiam e um terceiro blog pra postar coisas que só eu quero ler (normalmente depois de um tempo). Claro, também tem as coisas que não estão escritas em lugar algum, guardadas apenas na minha mente, essa sim são as mais importantes.

Eu tenho uma coisa pra escrever sobre redes sociais e os sorrisos falsos, mas vou deixar isso pra outra ocaisão.

Tenhamos um bom dia.

"É quando o velho se arrepende e só resta sábias palavras
Ele se exercita, ela maquia a cara
Porque é tarde pra tentar ser o que sonhou
Mas é importante ressaltar sim, que ainda não acabou"

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

ymmsh

Quando alguém posta um trecho de música, você costuma ir olhar a letra toda? Será que se a pessoa posta um trecho ela só quis expressar aquilo ignorando o resto da música? Ou será que é a música toda?

Se for o primeiro caso eu acho meio estranho, já que quem escreveu, geralmente, fez uma coisa toda concisa, interligada. Então retirar uma parte e ignorar o resto pode ser entendido como uma deturpação de uma manifestação artística.

Ou não.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Reciprocidade é a palavra chave para 2018.

É cansativo fazer as coisas pelos outros, enquanto os outros não estão nem aí em fazer o mesmo por você.

Vamos ver como vão reagir, vai ser engraçado.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Existe um ponto da vida em que você para de ficar triste com certas coisas e começa a ficar com raiva.

Cada dia que passa eu entendo mais o Eduardo com o ódio nas letras.

Mais um assunto pra lista de espera do blog.