sábado, 9 de junho de 2018

NÃO VOU REVISAR A ORTOGRAFIA

"The selfish, they are all standing in line"

Estou ouvindo um mix automático no Youtube, que parece se basear nas músicas que eu costumo ouvir. A quarta música foi I Am Mine, do Pearl Jam, e eu lembrei de uma coisa bem legal (pra mim).

Quando eu era mais novo e ainda não existia Shazam e outras ferramentas pra se descobrir o nome de uma música (e eu ainda não manjava de inglês), era costume meu passar horas sozinho em casa ouvindo a 89FM (A Rádio Rock) e sempre que tocava essa música ou o locutor não falava o nome ou eu tinha que sair antes dele falar.

Por ANOS eu não consegui descobrir o nome, só sabia que era do Pearl Jam.

O tempo passou e a vida me levou ao hardcore alternativo, então eu parei de ouvir rádio e bandas conhecidas e ficava procurando música no MySpace e blogs de hardcore.

Mas o destino não deixou barato, certo dia estava eu dando risada da versão "Misheard/Legendagem" de Black, quando olho nos recomendados e tinha lá "I Am Mine". Cliquei e os próximos segundos foram uma mistura de surpresa, incredulidade e alegria: Lá estava a música que eu nunca tinha descoberto o nome até então.

Quando fui ler a letra dela, passei a gostar ainda mais. Não tenho como colar aqui uma parte específica pra dizer que é a que mais gosto, porque estaria sendo injusto com o resto.

Pra mim, I Am Mine, é muito, MUITO, MUUUIIIIITTTTOOOO, melhor que Black (a zorba de oncinha). Na verdade, Jeremy, Once, Alive, Just Breathe, Yellow Ledbetter, Last Kiss, são todas melhores que Black.

Finalizando, queria entender o motivo da playlist ter mais de uma música do Epica. Que eu saiba, as únicas músicas deles que ouvi mais de uma vez foram White Waters e The Essence of Silence. Aliás, a Simone Simons me lembra bizarramente uma pessoa.

EID

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Essa rádio tá de brincation comigo hoje.

Eu poderia ter postado isso no Twitter, mas eu acho que qualquer postagem no Twitter vai direto pro Facebook (pelo menos eu havia configurado pra ser assim há algum tempo atrás).

Vamos ver se hoje eu lembro de postar algo mais elaborado sobre isso "lá".

domingo, 3 de junho de 2018

the nite

Eu não me sinto mais a vontade pra escrever neste blog e já faz um tempo. Eu sei que tenho pouca visitação, além do fato de que é meio complicado pra se entender o que eu escrevo, mas, ainda assim, não estou mais confortável pra falar sobre certos assuntos.

Se for pra fazer um post sobre política, música, algum acontecimento recente e tal, daí eu acho tranquilo e até prefiro escrever aqui. Mas outros tópicos não rola, fico com algum receio ou sei lá o quê.

Por outro lado também não estou com saco pra criar outro blog. Sim, sei que já tenho outros, mas foram deliberadamente desativados por bons motivos e não pretendo revivê-los.

Escrever no caderno - sim, naquele caderno - até seria uma boa idéia, especialmente pra voltar a praticar a escrever no papel, algo que fui perdendo a habilidade com o tempo (acho que é bem comum isso hoje em dia).

Mas... Não sei. Ao mesmo tempo que quero escrever, também não quero, pois tem uma questão de privacidade que vem me preocupando um pouco nos últimos tempos. Pretendo escrever neste blog sobre isso posteriormente.

No fim das contas, o único lugar que posso ter mais certeza da segurança dos meus pensamentos é dentro da minha cabeça.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

contract

Eu ia conjecturar sobre um assunto aqui, porque um conjunto de coincidências nos últimos dias (que pode ser apenas um viés de confirmação) que incluem postagens do Facebook e vídeos do Youtube me fizeram refletir sobre algo.

Porém, notei que já são 02:53h e amanhã (hoje) tenho realmente muita coisa pra fazer.

Não posso reclamar, eu que escolhi isso.
Mas eu queria jogar Shadow of Mordor, ah se queria...

domingo, 27 de maio de 2018

xy

Acho bastante intrigante como funciona a nossa mente, mais especificamente a parte de aprendizado.

Quando você procura por conteúdos acadêmicos sobre um determinado assunto - afinal, o conhecimento é livre - como matemática ou filosofia, você se depara com dois universos bem diferentes um do outro.

Do lado da matemática, há centenas de fórmulas e conceitos que você tem que saber, cálculo, geometria, manipulação algébrica, etc. Do lado da filosofia, centenas de autores reconhecidos com pensamentos muitas vezes divergentes sobre um determinado assunto, mas todos fazendo sua contribuição para o conhecimento geral da área.

Pra se aprender tanto um assunto quanto o outro são necessários horas e mais horas de estudo, noites em claro, reflexões...

Pra mim a matemática é mais complexa de se compreender que a filosofia, mas isso não faz com que um doutor em matemática seja mais inteligente que um doutor em filosofia. Há, também, que se considerar que eu nunca tentei uma graduação em filosofia ou sequer fui atrás de conhecer mais profundamente, exceto por alguns vídeos dos professores da moda (Condé, Karnal).

No outro ponto, há quem veja a matemática como algo bem simples de se entender, mas não consiga assimilar nada de filosofia.

Se já não há mais tanta convicção naquela história de que cada lado do cérebro é responsável por um "setor" do conhecimento (criativo/racional) e que ter um lado mais ativo que o outro é o que te faria ter facilidade em X e dificuldade em Y, fico sempre com essa dúvida do motivo das pessoas não terem desempenho parecido em áreas do conhecimento distintas, excetuando-se o interesse pessoal.

Mais uma vez, isso acabou sendo uma reflexão filosófica, coisa que me faz questionar, como sempre, os meus caminhos na vida.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

all ways

Cuidado com o que deseja, pois você pode conseguir o que pediu.

Em uma brincadeira com um colega de trabalho eu falei "Queria ir embora agora e só voltar na metade do ano que vem". Em seguida eu pensei em que situações isso poderia ocorrer, uma delas era ficando doente e ter que ficar em um hospital ou em casa por todo esse tempo. Não pareceu valer a pena, então respondi (a mim mesmo) "Mentira, prefiro ficar trabalhando mesmo e com saúde".

O que me fez refletir sobre isso foi um incidente que ocorreu com uma pessoa que conheci em um fórum de internet: Certa vez ele contou que desejava conseguir 150 mil reais para reformar a casa dele, um tempo depois, enquanto viajava, ocorreu um incêndio que destruiu uma boa parte da casa e, como ele tinha seguro, recebeu pouco mais de 150 mil. Vejam, ele conseguiu o dinheiro, mas e aí? Valeu a perda?

E não, não acredito que o incêndio aconteceu porque ele tinha desejo do dinheiro pra reforma, foi apenas uma coincidência, mas se ele não tivesse tal desejo o incêndio teria sido apenas uma má sorte qualquer, mas pra ele pareceu que foi uma "consequência".

Enfim, mesmo que eu saiba que isso não influencia em porra nenhuma o futuro, eu prefiro ter cuidado com o que eu desejo.

domingo, 29 de abril de 2018