sexta-feira, 10 de novembro de 2017

normal pra quem?

Nunca vou permitir que alguém faça eu me sentir mal por não ter feito alguma coisa que eu julgava ser ruim.

Quando, por exemplo, eu falo que nunca fui em um puteiro, algumas pessoas tentam menosprezar isso, como se eu fosse obrigado a tal, como se eu tivesse que achar certo.

Pra eles, se você não fez uma determinada lista de coisas durante sua adolescência quer dizer que você não aproveitou ela direito.

Eu discordo totalmente.

Minha adolescência teve seus problemas, mas no geral eu tenho boas lembranças, acho que todo mundo é assim. Além disso, frequentar um puteiro não a tornaria mais completa.

As coisas que eu sinto por não ter feito nessa época da vida são, por exemplo, viajar pra certos lugares, acampar com os amigos, churrascão monstro com DJ e guerra de cotonetes gigantes, alguns esportes radicais e ir no show de algumas bandas.

Outra coisa é que quase ninguém acredita quando eu falo que nunca usei drogas e, por incrível que pareça, eles também listam isso como "coisas que todo adolescente de verdade tem que fazer".

Desculpa, sociedade, mas eu não me encaixo nisso e não faço a mínima questão.

Se você cheirava cocaína no balcão da zona com 16 anos de idade e acha isso o máximo, ótimo, cada um com sua vida, não te julgo por isso. Mas não me venha impor seu estilo de vida.

Perdoem o desabafo, mas tem horas que isso enche o saco.

Mentira, perdoem porra nenhuma, eu escrevo o que eu quiser nessa bosta.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

obol

Eu achava os tigres os animais mais fodas da natureza. Eles são imponentes, fortes, bonitos e agem como se estivessem no patamar mais alto entre os bichos.

Mas, por algum motivo, sempre achei os lobos mais interessantes. Uma vez, quando criança, vi um vídeo em quem um homem ficava do lado de um lobo em uma espécie de caverna, ele disse que o lobo não o atacaria enquanto ele não demonstrasse alguma fraqueza, como espirrar, tossir ou algo do tipo. Era como se o lobo fosse um guardião da coragem.

Eu achava bem interessante o mito dos lobisomens e nunca entendi o motivo do tema ser subexplorado pelo cinema. Acho que o filme melhorzinho foi Van Helsing.

Aliás, Van Helsing sempre me fez torcer pelos lobos contra vampiros. Meu amigo um dia me mandou um "convite" pra jogar um jogo de batalha entre vampiros e lobisomens, ele sendo um vampiro no jogo e tentando me transformar em um. Ao invés de seguir como vampiro, eu entrei como lobisomem porque acho vampiros muito puxados pro feminino. Bom jogo, bons tempos.

Ainda nessa mesma época do jogo, eu tinha um fake no orkut que era um lobisomem cujo nome era um anagrama do meu próprio nome (na verdade do nome que usava no orkut, não meu nome real). Eu participava de uma comunidade de storytelling/rpg de uma guerra entre vampiros e lobisomens e eu ficava interagindo com as histórias dos outros ou criando minhas próprias, era bem maneiro, mas tomava muito tempo.

-- Adendo, há apenas um vampiro que eu respeito, Blade, the Daywalke, justamente porque ele mata vampiros --

-- Adendo2, também gostava do Angel, mas a série em si era bem ruinzinha, passava nas madrugadas da Globo, ele também caçava vampiros e outros seres --

No Skyrim eu me recusei a me tornar um vampiro na DLC Dawngaurd, me tornei um dos caçadores que, também, era lobisomem.

Falar nisso, não sei se terminei Dawngaurd... Acho que faltavam algumas missões depois que derrotei o vampiro chefe lá.

Em suma, lobisomens não existem, vampiros também não. Mas se existissem, eu torceria pelos lobos.

Howling with the pack!

sábado, 4 de novembro de 2017

NO!

Do pessoal que curtia rock sempre houve uma separação dentro do próprio estilo que é tão grande quanto a separação entre o rock em si e o funk, por exemplo, ou seja, um cara do heavy metal vê o prog quase como ele vê o country.

Eu sempre achei essa diferenciação meio bizarra, já que eu ouvia praticamente todos os estilos de rock.

Só que, inevitavelmente, acabamos nos identificando mais com uma ou outra vertente, no meu caso foi o new metal e, posteriormente, o hardcore e suas variantes. De todo o rock que ouvi na vida, deve ter sido algo em torno de 60% hardcore e variantes, 30% new metal e o resto divido entre outras casas, digamos.

Ouvi tanto grito em músicas na minha vida que hoje em dia não consigo mais escutar muito rock. Quem me conhece há bastante tempo acha estranho o fato de eu ter me afastado tanto desses sons que eu ouvia o dia todo antes, só que a vida é feita de fases e essa fase de malucão do rock passou.

Isso quer dizer que eu não goste de rock? Não, eu ainda ouço (estou ouvindo agora, inclusive, Disturbed), até planejo ir em alguns shows (Foo Fighters, Pearl Jam), só não estou mais na vibe de ficar o vidrado nisso.

Já disse em outro tópico, eu nunca fui um roqueiro do tipo que se veste de preto e correntes (inclusive quem se vestia assim nos excluía do grupinho de roqueiros), achava isso meio coisa de poser, mas cada um na sua, né? Meus amigos (que andavam comigo) eram todos roqueiros e ninguém se vestia de acordo, quem não conhecia não falava.

Would you like that? Would you like that?

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Come What(ever) May

"Now everything’s a lie, everything’s your lie
Everything’s a face inside another lie
Now everything’s a side, everything’s one side
Everything depends on just which side you’re on…" (1st Person - Stone Sour)

Que disco, senhores, que disco! As três últimas músicas são demais, todas são.

"You can't kill my mind. A man delivered,
Can never make his way in darkness. I
Know tonight will end, but I won't give
This life away again. " (Cardiff - Stone Sour)

Olhem essas letras, o "macaco é gênio!".

"What am I supposed to want now?
What am I supposed to do?
Still don't think I wouldn't see this through?

Tell me I am part of history
Tell me I can have it all
And still I'm too tired to care and I gotta go" (Zzyzx Rd. - Stone Sour)

Estou pensando em fazer uma série de postagens sobre alguns discos que me marcaram de alguma forma, esse com certeza estará incluso.

Mas antes preciso fazer uma postagem sobre o Linkin Park, mais especificamente sobre a morte do Chester. Estou adiando isso há um tempo por ser um assunto delicado.

Vamos ver o que vem por aí, não dá pra saber ainda.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

codes

Até alguns anos atrás eu gostava de ofender as pessoas em inglês, pois a maioria não entendia nada. Eu também fazia comentários sobre as meninas, na frente delas, especialmente as bonitas. Obviamente eu não ficava falando sozinho igual um trouxa, eu tinha um comparsa.

O duro é que agora muita gente entende o básico do inglês, especialmente algumas palavras-chave, o que impossibilita de usar essa artimanha que sempre foi muito mais um motivo de risos do que uma maldade ou qualquer coisa séria.

Portanto estou cogitando começar a aprender alemão, russo ou polonês, pelo menos algumas palavras (dentro dos contextos). A parte complicada será alguém pra entender o que eu falo e rir comigo.

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Putz, lembrei que alguns dias atrás eu escrevi uma frase usando a técnica/protocolo/método/sei lá o quê ZENIT POLAR e postei como aqueles snaps do Whatsapp. Aparentemente ninguém se deu ao trabalho de tentar descobrir o que estava escondido ali.

Outra coisa que acabei de lembrar é que eu costumava escrever mensagens usando a codificação de base64, mas eu nem lembro bem do que se tratavam tais frases, isso foi na época do Orkut.

SSB3YW50IGEgY2hvY29sYXRlLCBnaXJsLg==

Padrãozin, uaaaa

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

FUCK OFF

As pessoas tem uma memória muito curta.

É isso ou nego é muito mau caráter mesmo.

"I remember everything... and it changes nothing!" (citação de um jogo que eu gosto muito, Dust: An Elysian Tail)

Como é bom ter um saco de pancada pra descontar a raiva.

domingo, 24 de setembro de 2017

E aqueles momentos em que você sabe o que tem que fazer e, mesmo assim, não faz?

Eu sei, poderia ter postado isso no twitter.

Mas são tantas coisas que eu poderia fazer e não faço. (e volta na primeira frase).

[]'s

hidden

Como faço pra encontrar algo que eu nem sei o que é?

Por onde eu começo?

São referências demais, centenas de combinações, variações de palavras...

Estou começando a pensar que talvez o que eu procuro nem exista, que foi um blefe, mas não posso viver com essa dúvida.

Mas,...

É como procurar uma agulha no palheiro, agulha está que tem a mesma cor da palha (só pra dificultar).

Bom, eu não posso reclamar, também escondi algumas coisas por aí...

terça-feira, 19 de setembro de 2017

pem

Estava eu ouvindo uma entrevista do Michel Teló no Pânico e os caras colocaram uma música que ele regravou de Leandro e Leonardo, na hora me lembrei de uma parada muito bizarra de quando eu era criança.

O pequeno Bruno, com seus 6~7 anos de idade na pré-escola do bairro São João, convenceu, com uso moderado de força física, seu amigo a ficar dando voltas no pequeno prédio enquanto entoavam a música Pensa em Mim, durante o recreio.

Os motivos para tal ato são meio obscuros em minha mente, mas provavelmente era pra alguma coleguinha de classe.

Sertanejão acompanhando nossas bads desde criança, êta, lasquêra!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

auuu

Tem coisas que são curiosas e bizarras ao mesmo tempo.

Ontem escrevi um texto falando sobre meus blogs, lembrei de um deles e fui ver (o que comentei que teve várias visitas no dia 12), mas não entrei na postagem, de 2014, que foi a mais acessada. Bom, fui olhar hoje e, curiosamente, em certa parte eu falo praticamente a mesma cosa que falei ontem sobre meu blog de 2002.

Não é a única coincidência que acontece nos últimos dias.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

YSCMS

"But that was just a dream
Try... Cry... Why?... Try...
That was just a dream, just a dream
Just a dream, dream"

 Aquele sentimento de quem está ouvindo a playlist "Anos 90" do Spotify.

O solo de guitarra da November Rain tem mais emoção do que a maioria das músicas produzidas hoje em dia, seja qual for o estilo..

Mas nem era sobre isso que eu iria escrever. Tem tanta coisa na fila e eu sem o mínimo de vontade.

Conversando com um desconhecido na internet, lembrei que sou "blogger das antigas", por assim dizer. Meu primeiro blog deve ser de 1997. Tive outro blog em 2002, onde escrevia algumas situações da escola, acho que se chamava "rother's fotoblog" ou algo do tipo, só tinha uma foto, câmeras digitais eram raras na época.

(Tocando Heaven Beside You - Alice in Chains, uma das bandas que mais ouvi na vida)

Ambos os blogs foram deletados. Esse de 2002 existiu até meados de 2010, mas sem nenhum conteúdo.

Em 2005, juntando a febre dos fotologs e o Tibia, criei um Flogão que utilizei bastante. Na verdade eram dois, um só meu com fotos minhas e do Tibia e outro - o que mais usei - que inicialmente era um flog pra postar fotos com meus amigos. Como na época sofríamos pela falta de boas câmera digitais e, principalmente, falta de beleza, acabei utilizando-o mais pra postar coisas variadas.

Esse flog foi deletado recentemente, falei mais sobre isso há algum tempo atrás em uma outra postagem.

Em 2007 criei um blog aqui mesmo nesta plataforma, postei várias bobagens lá, até um ou dois poemas fraquíssimos que fiz. Esse blog está abandonado há alguns anos, estive utilizando ele pra postar coisas que não queria que outras pessoas lessem.

Fui olhar esse blog agora mesmo e vi que dia 12/9 ele teve 14 visitas e mais umas visitas nos dias seguintes. É algo meio estranho, eu diria. Aparentemente alguém comentou e excluiu em seguida, vai entender...

(Wait and Bleed - Slipknot)

IS IT A DREAM OR A MEMORY?

Em 2010 criei este blog aqui, onde acabei escrevendo com mais frequência (eventualmente). Não vou olhar agora, mas tenho várias postagens não publicadas. Na verdade elas até foram publicadas, mas eu "despubliquei" depois por algum motivo, normalmente por achar que elas ficaram muito subjetivas.

No mesmo ano criei e tentei manter um blog em conjunto com o Moringa (meu primo) sobre tecnologia. Várias bostas aconteceram que impediram de seguir com o blog, talvez hoje ele fosse um dos grandes blogs de tecnologia, mas a procrastinação nos impediu. Ele só tem 4 postagens, todas de 2010 e sobre assuntos obsoletos, não vale a pena nem citar o nome.

(Would? - Alice in Chains)

Eu lembro que tive um outro blog em outra plataforma, mas não lembro qual. Eu lembro que era um bagulho bem tosco, com o fundo tematizado de "balada" em que eu tinha a pretensão de postar coisas de baladas que eu ia na época. Sim, eu fui baladeiro já.

Caralho, mano, agora eu vou procurar essa merda. Outra hora.

Eu também tenho dois blogs "secretos" que uso pra escrever merda. Por "uso" entenda que postei umas 5 coisas lá em 5 anos de existência, uma boa média, né?

Não há nenhuma forma de alguém descobrir esses blogs, eles não tem nenhuma referência a mim ou a pessoas reais, vivas ou mortas. Talvez eu escreva algo lá hoje, já deve fazer 1 ano que nem entro.

Ah, eu também tenho um caderno que escrevia algumas letras de músicas, fiz alguns poucos desenhos e escrevi um texto de 6 páginas sobre minha vida. As músicas e desenhos estão lá, o texto eu arranquei e meti fogo.

Nossa, tive uma idéia sensacional agora, vou fazer um avião de papel, meter fogo nele e jogar pra cima enquanto filmo e toca Cradle of Filth ao fundo e eu grito guturalmente coisas ininteligíveis.

Talvez não seja uma idéia tão boa assim. O que não me impede de fazer, claro.

Vou escrever aqui com mais frequência, esses dias ouvi um podcast sobre blogs e voltei a ter vontade de postar.

Minha única frustração é nunca ter ganhado direito com isso, apesar de ter 1 dólar na minha conta do google ads.


(Kryptonite - 3 Doors Down)

segunda-feira, 24 de julho de 2017

segunda-feira, 10 de julho de 2017

birl

Eu já tive nojo das pessoas em geral por um período da minha vida, hoje em dia eu tenho é preguiça.

Preguiça de lidar com elas, aguentar mimimi, "ai como eu sofro" e coisas do tipo. Não acho que alguém valha a pena a encheção de saco e não ligo dos outros pensarem o mesmo de mim.

As coisas são simples, como A e B. O caminho mais curto entre A e B é uma linha reta, não tem outra opção. A + B = AB (vamos ignorar algumas frescuras matemáticas aqui, né?). É simples, é prático, é objetivo, é natural.

Mas ai as pessoas começam a colocar trocentas coisas pra impedir a ordem natural da porra toda e isso fode tudo. Vamos ter um pouco de bom senso, amiguinhos? Que tal?

Um brother me falou que sou assim por ser "esclarecido", mas não sei até que ponto eu posso me considerar assim. Porém, de fato, fica cada vez mais fácil identificar coisas como má vontade, intenções escusas ou caráter duvidoso. Entretanto, não é um "mecanismo" com 100% de precisão, o que acaba por criar injustiças.

Bom, que o destino (que não existe) tome conta delas.

E para você, floquinho de neve especial, este texto não é sobre uma pessoa específica.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

skins

Há pessoas que não tem seus próprios gostos e sim uma adaptação dos gostos de quem ela convive e quer, por algum motivo, agradar.

Você vê aquele ser humano mudando totalmente várias vezes no ano, sempre se adaptando - tal qual um camaleão - ao seu novo ambiente social.

A falta de personalidade própria é algo meio triste, isso denota uma necessidade de aceitação muito grande.

O problema não é a mudança em si, pois esta é, por vezes, vantajosa, o problema é que a pessoa não mudou de verdade, só vestiu uma máscara. Máscara esta que, ironicamente, está por cima de outra e de outra e de outra. Chegará um ponto onde o próprio indivíduo não se reconhecerá mais, possivelmente sofrendo de uma crise de identidade que perdurará até que se dispa de todas as peles que se acumularam.

Enquanto isso eu observo de longe, em silêncio, novamente e constantemente aprendendo mais sobre a natureza peculiar do ser humano.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Fico aqui imaginando a treta que daria se eu tivesse publicado o texto que escrevi e está salvo como rascunho. Não pra mim, claro.

Só observo (e dou risada).

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

project365 ou 366 e 2016

Em 2016 me comprometi com um projeto já famoso no Instagram, o famoso #project365 (ou #project366 por ser ano bissexto). O projeto tem um preceito bem simples: Postar uma foto por dia, pra cada dia do ano. Parece fácil, não? Sim, parece, mas não foi.

Exceto no caso de você ser uma pessoa que passe a vida viajando, será difícil achar coisas realmente interessantes para fotografar todos os dias. É um verdadeiro exercício de criatividade e imaginação.

Como citei no post final do projeto, aprendi que as pessoas gostam muito de cachorros e céu, também parecem gostar muito de comida. Também aprendi a sempre procurar algo de bom no dia-a-dia que valesse o clique. Apesar de tudo isso, fiquei muito aliviado quando postei a última foto, não tenho plano algum de repetir isso, mas foi bom conseguir começar e terminar algo (tipo de coisa que tenho dificuldade).

Caso alguém esteja interessado em ver as fotos do projeto, estão todas no MEU INSTAGRAM, públicas (como todo Instagram deveria ser).

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Falando um pouco de 2016, que ano, hein? Altas merdas aconteceram, mas ao menos pra mim o ano foi bem positivo. Fazia tempo que eu não podia terminar um ano e dizer que eu não era o mesmo cara do começo dele (no bom sentido, claro).

E isso porque não foi um ano fácil, vários desafios surgiram, muitos obstáculos e aprendizado. Por fim, acabei compreendendo que um ano bom não é um ano calmo e sim um ano mais turbulento, desde que você pare de frescura e siga em frente.

Olha que engraçado, tudo depende de nós e não do ano! Até porque não controlamos o que vai acontecer conosco, mas devemos controlar como vamos reagir a tudo que aparecer pela frente.

Como escrevi na página do Facebook, o tempo é contínuo, não tem dobras, não tem cortes, não tem começo e fim. Então o ano não muda na virada de 2016 pra 2017, o que tem que mudar somos nós.

Eu não vou ficar detalhando tudo que houve esse ano por vários motivos, o maior deles sendo o fato de eu não querer mesmo.

Bom, agora estamos em 2017 e não há tempo pra frescura, é seguir em frente pra chegar no fim do ano com o mesmo sentimento bom do fim de 2016.

E lá vamos nós!

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"I know I was born and I know that I'll die, the in between is mine..."

domingo, 15 de janeiro de 2017

Ah, a convenção social.

"Mas você TEM que...", "Você DEVE fazer...", "O que os OUTROS vão pensar se...".

Como é bom estar liberto desse tipo de pensamento. Como é bom ser livre.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

fpt

Essa música não fala sobre mim exatamente, mas acho ela bem dentro do contexto do que eu escrevi na postagem anterior.

Radiohead - Fake Plastic Trees

A green plastic watering can
For a fake chinese rubber plant
In the fake plastic earth

That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plans
To get rid of itself

It wears her out, it wears her out
It wears her out, it wears her out

She lives with a broken man
A cracked polystyrene man
Who just crumbles and burns

He used to do surgery
For girls in the eighties
But gravity always wins

And it wears him out, it wears him out
It wears him out, it wears him out

She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love

But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run

And it wears me out, it wears me out
It wears me out, it wears me out

And if I could be who you wanted
If I could be who you wanted
All the time, all the time

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As flores de plástico não morrem.

domingo, 8 de janeiro de 2017

extrato de energia volátil

Ou o amor, pra algumas pessoas, é algo muito volátil ou elas não sabem identificar o que é realmente tal sentimento.

Acho até comum (apesar de não aderir a idéia) as pessoas se engajarem em um relacionamento logo após o fim do anterior. É a tal da "lei do desapego" de que tanto falam - que eu não consigo entender - em ação. Mas eu acho escroto esquisito ver uma pessoa fazendo juras de amor eterno pra 4 pessoas diferentes em um ano. Não que eu me importe de verdade, apenas não consigo entender como as pessoas podem confundir os sentimentos assim ou, quiçá, serem tão desonestas.

Como procuro ver o lado bom das pessoas (apesar delas insistirem em mostrar seu lado podre), prefiro pensar que algumas pessoas tem, digamos, um coração maleável.

Ah, não esqueci do texto sobre 2016 e sobre o #project365, apenas não tive saco esqueci.

"Tenha fé porque até no lixão nasce flor"