segunda-feira, 24 de julho de 2017

Estou pra escrever algo aqui que é bastante relevante pra mim.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

birl

Eu já tive nojo das pessoas em geral por um período da minha vida, hoje em dia eu tenho é preguiça.

Preguiça de lidar com elas, aguentar mimimi, "ai como eu sofro" e coisas do tipo. Não acho que alguém valha a pena a encheção de saco e não ligo dos outros pensarem o mesmo de mim.

As coisas são simples, como A e B. O caminho mais curto entre A e B é uma linha reta, não tem outra opção. A + B = AB (vamos ignorar algumas frescuras matemáticas aqui, né?). É simples, é prático, é objetivo, é natural.

Mas ai as pessoas começam a colocar trocentas coisas pra impedir a ordem natural da porra toda e isso fode tudo. Vamos ter um pouco de bom senso, amiguinhos? Que tal?

Um brother me falou que sou assim por ser "esclarecido", mas não sei até que ponto eu posso me considerar assim. Porém, de fato, fica cada vez mais fácil identificar coisas como má vontade, intenções escusas ou caráter duvidoso. Entretanto, não é um "mecanismo" com 100% de precisão, o que acaba por criar injustiças.

Bom, que o destino (que não existe) tome conta delas.

E para você, floquinho de neve especial, este texto não é sobre uma pessoa específica.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

skins

Há pessoas que não tem seus próprios gostos e sim uma adaptação dos gostos de quem ela convive e quer, por algum motivo, agradar.

Você vê aquele ser humano mudando totalmente várias vezes no ano, sempre se adaptando - tal qual um camaleão - ao seu novo ambiente social.

A falta de personalidade própria é algo meio triste, isso denota uma necessidade de aceitação muito grande.

O problema não é a mudança em si, pois esta é, por vezes, vantajosa, o problema é que a pessoa não mudou de verdade, só vestiu uma máscara. Máscara esta que, ironicamente, está por cima de outra e de outra e de outra. Chegará um ponto onde o próprio indivíduo não se reconhecerá mais, possivelmente sofrendo de uma crise de identidade que perdurará até que se dispa de todas as peles que se acumularam.

Enquanto isso eu observo de longe, em silêncio, novamente e constantemente aprendendo mais sobre a natureza peculiar do ser humano.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Fico aqui imaginando a treta que daria se eu tivesse publicado o texto que escrevi e está salvo como rascunho. Não pra mim, claro.

Só observo (e dou risada).

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

project365 ou 366 e 2016

Em 2016 me comprometi com um projeto já famoso no Instagram, o famoso #project365 (ou #project366 por ser ano bissexto). O projeto tem um preceito bem simples: Postar uma foto por dia, pra cada dia do ano. Parece fácil, não? Sim, parece, mas não foi.

Exceto no caso de você ser uma pessoa que passe a vida viajando, será difícil achar coisas realmente interessantes para fotografar todos os dias. É um verdadeiro exercício de criatividade e imaginação.

Como citei no post final do projeto, aprendi que as pessoas gostam muito de cachorros e céu, também parecem gostar muito de comida. Também aprendi a sempre procurar algo de bom no dia-a-dia que valesse o clique. Apesar de tudo isso, fiquei muito aliviado quando postei a última foto, não tenho plano algum de repetir isso, mas foi bom conseguir começar e terminar algo (tipo de coisa que tenho dificuldade).

Caso alguém esteja interessado em ver as fotos do projeto, estão todas no MEU INSTAGRAM, públicas (como todo Instagram deveria ser).

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Falando um pouco de 2016, que ano, hein? Altas merdas aconteceram, mas ao menos pra mim o ano foi bem positivo. Fazia tempo que eu não podia terminar um ano e dizer que eu não era o mesmo cara do começo dele (no bom sentido, claro).

E isso porque não foi um ano fácil, vários desafios surgiram, muitos obstáculos e aprendizado. Por fim, acabei compreendendo que um ano bom não é um ano calmo e sim um ano mais turbulento, desde que você pare de frescura e siga em frente.

Olha que engraçado, tudo depende de nós e não do ano! Até porque não controlamos o que vai acontecer conosco, mas devemos controlar como vamos reagir a tudo que aparecer pela frente.

Como escrevi na página do Facebook, o tempo é contínuo, não tem dobras, não tem cortes, não tem começo e fim. Então o ano não muda na virada de 2016 pra 2017, o que tem que mudar somos nós.

Eu não vou ficar detalhando tudo que houve esse ano por vários motivos, o maior deles sendo o fato de eu não querer mesmo.

Bom, agora estamos em 2017 e não há tempo pra frescura, é seguir em frente pra chegar no fim do ano com o mesmo sentimento bom do fim de 2016.

E lá vamos nós!

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"I know I was born and I know that I'll die, the in between is mine..."

domingo, 15 de janeiro de 2017

Ah, a convenção social.

"Mas você TEM que...", "Você DEVE fazer...", "O que os OUTROS vão pensar se...".

Como é bom estar liberto desse tipo de pensamento. Como é bom ser livre.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

fpt

Essa música não fala sobre mim exatamente, mas acho ela bem dentro do contexto do que eu escrevi na postagem anterior.

Radiohead - Fake Plastic Trees

A green plastic watering can
For a fake chinese rubber plant
In the fake plastic earth

That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plans
To get rid of itself

It wears her out, it wears her out
It wears her out, it wears her out

She lives with a broken man
A cracked polystyrene man
Who just crumbles and burns

He used to do surgery
For girls in the eighties
But gravity always wins

And it wears him out, it wears him out
It wears him out, it wears him out

She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love

But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run

And it wears me out, it wears me out
It wears me out, it wears me out

And if I could be who you wanted
If I could be who you wanted
All the time, all the time

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As flores de plástico não morrem.

domingo, 8 de janeiro de 2017

extrato de energia volátil

Ou o amor, pra algumas pessoas, é algo muito volátil ou elas não sabem identificar o que é realmente tal sentimento.

Acho até comum (apesar de não aderir a idéia) as pessoas se engajarem em um relacionamento logo após o fim do anterior. É a tal da "lei do desapego" de que tanto falam - que eu não consigo entender - em ação. Mas eu acho escroto esquisito ver uma pessoa fazendo juras de amor eterno pra 4 pessoas diferentes em um ano. Não que eu me importe de verdade, apenas não consigo entender como as pessoas podem confundir os sentimentos assim ou, quiçá, serem tão desonestas.

Como procuro ver o lado bom das pessoas (apesar delas insistirem em mostrar seu lado podre), prefiro pensar que algumas pessoas tem, digamos, um coração maleável.

Ah, não esqueci do texto sobre 2016 e sobre o #project365, apenas não tive saco esqueci.

"Tenha fé porque até no lixão nasce flor"